No fundo no fundo, aquele que tanto vê, às vezes nem sente o que o morto sentiria se pudesse sentar-se ao lado daquela loira gostosa.
às vezes aquelas manchas de tinta, que nem cheiram à tinta poderiam falar e dizer-me: eu não sou nada.Mas elas apenas ficam lá, cobrando alguns trocados de gente que não sabe o que faz.
às vezes, quem pensa no que não existe, poderia trazê-lo ao mundo e transformá-lo em jardim.O que não é inverossímel, o que se torna incompreendido, é pós-modernismo demais para mim.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Um quê de conteporâneo.
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